CETS - Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa

A Associação Empresarial de Vila Meã procurando responder as necessidades dos seus associados integrou o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa.
O Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa (CETS) nasce da vontade manifestada pelas 13 Associações Empresariais da região (Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses) em constituírem uma estrutura representativa, de forma a contribuir mais eficazmente para os novos processos de desenvolvimento regional.
O CETS tem como finalidade o desenvolvimento homogéneo e sustentado, o estudo, a defesa e a promoção das empresas e dos interesses socioeconómicos da Região NUT III Tâmega, mediante a cooperação e representação das respetivas estruturas associativas empresariais, assim como outras organizações que o integrem.
 
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 Tendo em vista a prossecução dos seus objectivos, o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa, desenvolverá, entre outras, as seguintes atribuições:
  • Afirmar e salvaguardar os valores empresariais, económicos, sociais e culturais no seu espaço de atuação;
  • Representar e contribuir para o desenvolvimento das suas associadas;
  • Defender junto da Administração Pública e demais Entidades nacionais e internacionais, públicas, para-públicas e privadas, pelos interesses das suas associadas e território;
  • Contratualizar com Organismos Públicos iniciativas de apoio à atividade empresarial;
  • Desenvolver uma ação continuada destinada a incrementar o progresso técnico, tecnológico, económico, social, associativo, de formação e qualificação, e cultural da região, bem como a proteção do meio ambiente;
  • Estimular um ambiente propício à implementação de práticas de responsabilidade social nas organizações com atividade na área de intervenção do CETS;
  • lntensificar a colaboração entre as suas associadas e outras organizações cuja atividade se afigure relevante para o seu desenvolvimento ou desenvolvimento da economia regional;
  • Dinamizar meios e atividades que visem o estudo e solução dos problemas relacionados com a sua natureza e objeto;
  • Contribuir para o bom entendimento e solidariedade entre os seus associados;
  • Promover a investigação, desenvolvimento e inovação;
  • Participar em institutos, associações, fundações ou outro órgão jurídico autónomo equiparado, quando dessa participação resultem benefícios para os seus associados ou sirva os interesses institucionais ou regionais;
  • Realizar protocolos com entidades que possam colaborar dentro dos objetivos do Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa;
  • Quando constituída, realizar as funções próprias de Câmara de Comércio e Indústria, designadamente as legalmente previstas.

 

Fórum Competitividade demonstrou que partidos políticos não têm soluções para a região

 

Iniciativa promovida pelas associações empresariais contou com a presença de PS, PSD, CDU e BE

 

O Fórum Competitividade para a Região do Tâmega, entidade não formal que agrega as associações empresariais dos 12 municípios do Vale do Sousa e do Tâmega, promoveu uma sessão de trabalho com representes dos cinco partidos com assento parlamentar, no sentido de conhecer quais os programas eleitorais para a área económica, bem como as medidas de reforço da competitividade destinadas à região.

Estiveram representados o PSD, através de Miguel Frasquilho, PS, com Glória Araújo, CDU, com Jaime Toga, e BE, com José Machado Castro. O CDS-PP não enviou qualquer representante.

O papel de moderador da sessão ficou a cargo de Alberto Pereira Leite, secretário-geral da Associação Empresarial de Penafiel e designado pelas associações empresariais da região como porta-voz das actividades do Fórum.

Segundo comunicado chegado às redacções, a sessão principiou com as intervenções dos políticos, que "demonstraram não vir preparados com medidas concretas de intervenção na economia e, muito menos, no que se refere a propostas adequadas ao nível regional, como havia sido solicitado" pela entidade organizadora.

Perante a falta de propostas por parte dos representantes dos partidos políticos, bem como a ausência de questões colocadas directamente pelos empresários presentes, que se dispersaram em considerações genéricas, a sessão de trabalho saldou-se por intervenções de carácter político, nas quais os oradores esgrimiram os seus argumentos de forma pouco estruturada e, em certas ocasiões, despropositados para os fins em vista.

"As intervenções finais dos representantes partidários acabaram por transformar-se, assim, em proclamações políticas das suas intenções", pode ler-se no comunicado final.

Esta sessão de trabalho inseriu-se no plano de actividades do Fórum Competitividade para o Tâmega, dispositivo não formal de intervenção no território que pretende intervir na região em torno do reforço da competitividade através do esforço associativismo empresarial.

Além destas iniciativas com impacto público, o Fórum desenvolve a sua actividade num "Grupo de Trabalho onde participam os técnicos das Associações Empresariais da região com vista ao desenvolvimento de projectos de desenvolvimento local na lógica do estímulo à actividade

Empresarial".

 

Retirado do site: http://www.verdadeiroolhar.pt/

 Pacto Territorial para a Empregabilidade do Tâmega e Sousa

 

A Agenda Regional para a Empregabilidade foi construída em torno do seguinte conjunto de princípios orientadores:

a) A capacidade de um indivíduo para o exercício de uma profissão está intimamente relacionada com as suas competências e com as qualificações que lhes servem de base;

b) As qualificações de um indivíduo são maioritariamente fruto do ensino e formação que recebeu e do meio social em que desenvolveu a sua personalidade; a escola e a família têm aqui um papel de grande importância;

c) O ajustamento entre o ensino e a formação recebidos e o perfil de competências associado à profissão a desempenhar têm uma influência relevante nas condições de empregabilidade do indivíduo.

2. O Tâmega e Sousa apresenta, além de fragilidades relacionadas com a empregabilidade, outras relacionadas com défice de empregos e de empregos de qualidade suficientemente atractivos e valorizados pela comunidade territorial;

3. O Tâmega e Sousa apresenta, no contexto dos problemas de emprego e de empregabilidade, um conjunto de pontos fracos relacionados com o funcionamento dos sistemas de emprego e de formação e com a sua articulação o que limita a capacidade de desenvolvimento daquele território.

4. A Comunidade Inter-Municipal do Tâmega e Sousa prossegue, de acordo com o conjunto de atribuições que lhe são cometidas, a promoção da coordenação entre diferentes instituições no sentido de assegurar intervenções mais estratégicas e coordenadas no respectivo território;

5. O reforço da concertação e da articulação entre os actores regionais pode ser potenciada pela constituição de um Pacto Territorial para a Empregabilidade do Tâmega e Sousa a desenvolver de acordo com um conjunto de princípios e de objectivos.

6. O funcionamento eficaz deste Pacto exige a colaboração activa de um alargado leque de actores representativos dos sistemas de educação, de formação, do sector empresarial e dos municípios;

7. As características do tecido produtivo do Tâmega e Sousa e as apostas de desenvolvimento passam pela valorização das fileiras de actividade das agro-indústrias, do calçado, do mobiliário, do turismo, do comércio, da cultura, em harmonia com o princípio orientador do desenvolvimento sustentável.

 

Objecto

1. O Pacto Territorial para a Empregabilidade do Tâmega e Sousa visa, através do

desenvolvimento de processos de concertação à escala supramunicipal participados pelos principais actores representativos do território em questão (orgãos de governação regional e local, da formação, educação e emprego, do tecido económico e do sistema de ciência e tecnologia, etc), promover a definição, implementação e monitorização de Planos de Acção para a Empregabilidade naquele território.

 

Visão e Prioridades Estratégicas

1. O Pacto Territorial para a Empregabilidade do Tâmega e Sousa é um instrumento de mobilização e vinculação de todos os actores com responsabilidade e influência na promoção do emprego e da empregabilidade no Tâmega e Sousa, que assume a seguinte visão: “O Tâmega e Sousa atingirá, até 2015, níveis de empregabilidade que permitam um alinhamento com o nível médio de desenvolvimento do País, em benefício dos jovens à procura do primeiro emprego, da capacidade dos activos na manutenção ou recuperação de emprego, das empresas no que respeita ao recurso a quadros com as competências que efectivamente necessitam e da própria coesão social e territorial inter e intra regional”.

2. O Pacto Territorial para a Empregabilidade do Tâmega e Sousa pretende, deste modo, promover o conjunto integrado de acções tendentes à prossecução das seguintes Prioridades Estratégicas:

I. Promover a empregabilidade nos principais clusters regionais consolidados ou emergentes do Tâmega e Sousa, abrangendo, designadamente, as fileiras chave das agro-indústrias (nomeadamente do vinho), do design e da moda (através dos sectores tais como calçado, o vestuário, o têxtil, o mobiliário e valorização da pedra), comércio, construção civil do turismo e do património cultural. Os principais objectivos específicos desta prioridade estratégica são os seguintes:

1) Mobilização da rede de concertação territorial para a empregabilidade na fileira chave do Turismo e Património Cultural;

2) Mobilização da rede de concertação territorial para a empregabilidade na fileira chave das Agro-Indústrias;

3) Mobilização da rede de concertação territorial para a empregabilidade na fileira chave do Design e da Moda;

4) Mobilização da rede de concertação territorial para a empregabilidade na fileira chave do Comércio;

5) Mobilização da rede de concertação territorial para a empregabilidade na fileira chave da Construção Civil;

6) Incremento das ofertas formativas nas áreas com maiores carências no mercado de trabalho no Tâmega e Sousa;

II. Reforçar os mecanismos de articulação, de concertação e de comunicação entre diferentes instituições que actuam no Tâmega e Sousa, incentivando a colaboração activa de um alargado leque de actores representativos dos sistemas de educação, de formação, do sector empresarial e dos municípios, no sentido de assegurar intervenções transversais mais estratégicas e coordenadas sobre aquele território, em particular, nos domínios do combate ao insucesso e abandono escolar, da orientação vocacional, da promoção da formação ao longo da vida e do fomento à colaboração Escola-Empresa. Os principais objectivos específicos desta prioridade estratégica são os seguintes:

1) Desenvolvimento das acções transversais de planeamento, concertação e monitorização do Pacto Territorial para a Empregabilidade do Tâmega e

Sousa;

2) Desenvolvimento das acções âncora de dinamização, informação e orientação do Pacto Territorial para a Empregabilidade do Tâmega e Sousa.

Agenda Regional para a Empregabilidade/Comunidade Inter-Municipal do Tâmega e Sousa