FORMAÇÃO AÇÃO - DINAMIZAR - APROVADO

APROVEITE ESTA OPORTUNIDADE!

A Associação Empresarial de Vila Meã tem a sua candidatura aprovada ao projeto Dinamizar - Formação-Ação.


A Formação-Ação baseia-se em dois pontos:
Consultoria: (100 a 135h)
- Possibilidade de ter técnicos

 

especializados gratuitamente,

- Serviços Gratuitos:
  • Mudar imagem
  • Trabalhar Redes Sociais
  • Certificações Necessários
  • Apoios à Contratação
  • Estudo de Clientes
  • Internacionalização
  • Organização do Espaço Verde
     
Formação: (60 a 90h)

- Formação adaptada ao negócio, que pode ser dada a um ou 2 trabalhadores.

 

Caso a sua empresa esteja interessada, contacte a AEVM 255735050 / 918592372 ou e-mail: aevilamea@gmail.com

Formação Ação - COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIAÇÃO - APROVADO

A Associação Empresarial de Vila Meã teve a sua candidatura a Formação-Ação - AEP aprovada.

Aproveite a oportunidade de poder inovar, qualificar e competir!

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COMERCIANTES DE VILA MEÃ

 
Eis umas boas razões para aderir ao Comércio Investe:
 

LAYOUT COMERCIAL: DICAS PARA O CLIENTE ENTRAR NA LOJA E NÃO SAIR DE MÃOS VAZIAS

 

Especialista explica as vantagens de valorizar os detalhes externos e internos, que atraem os clientes.

Em se tratando de loja física, a venda só ocorre após duas decisões do cliente: entrar no estabelecimento e não sair de mãos vazias. Nesse processo, é fundamental a tarefa do layout, que visa “pescar o cliente” através de suas percepções e sentimentos. O layout não restringe à fachada do estabelecimento, mas se estende ao espaço interno, conforme explica o consultor Mário Bestetti Costa, da Overbrand Design.

Como ninguém pode conduzir o consumidor à força para dentro da loja, é preciso buscar mecanismos para que ele se sinta estimulado a entrar. Segundo Costa, esse estímulo passa por um conjunto de atenções do lojista, entre as quais está a vitrine. E são os detalhes que fazem a diferença. “É preciso verificar, por exemplo, se há muito reflexo por causa do sol, o que dificulta a visibilidade dos produtos. Nesse caso, o lojista pode colocar um fundo branco, que funcionará como rebatedor da luz”, afirma.

Ele informa que a parte externa da loja tem importante função na atração do cliente. “O que está na vitrine deve ser lido do lado de fora, isto é, as pessoas precisam entender o que está sendo ofertado”, orienta. Excesso de produtos, nesse sentido, é, em geral, má estratégia. “Deve-se planejar a quantidade. Excesso não vende; ao contrário, confunde”, adverte.

Organizar o espaço da loja possibilita a circulação planejada dos consumidores, maior conforto e aumenta a disposição para as compras

Outro cuidado que o empresário precisa ter é com a visibilidade do nome da loja. Isso não significa, no entanto, que vale tudo para ser visto. “O lojista deve evitar os bloqueios na calçada. Na ânsia de chamar a atenção, alguns acabam colocando um manequim ou uma placa por onde passam as pessoas. Isso atrapalha o fluxo dos transeuntes”, diz ele. “Além disso, o cidadão deve ser respeitado”, enfatiza.

Do lado de dentro

Se a fachada cumpriu a tarefa de conquistar o consumidor que andava pela calçada, metade do problema foi resolvido. A outra parte é missão do layout  interno. Nessa etapa, o nível de sutileza é ainda maior para atingir os estímulos sensoriais (audição, tato, paladar, olfato e visão) e os sentimentos do cliente. De acordo com a Overbrand, 85% das decisões de compra ocorrem no interior da loja.

Entre os chamarizes, está o cheiro. Trata-se da aromaterapia, enfatizada pelo especialista como componente importante para a efetivação da venda.  “O cheiro é uma forma subliminar de atrair os clientes”, afirma o consultor. Ele explica que as pessoas têm memória olfativa e um determinado cheiro pode conduzi-las a boas lembranças, provocando uma sensação de bem-estar. De acordo com Costa, as lojas com aroma próprio, o chamado logolf (logotipo olfativo), tendem a aumentar as vendas.

O olhar também é alvo do layout.

Todo o visual da loja precisa ser planejado de forma a ser recebido bem pelos olhos dos consumidores. Segundo Costa, isso engloba das roupas dos atendentes à disposição das mercadorias.

Essa disposição deve levar em conta não só a estética, mas também o fluxo dos consumidores. “É preciso criar mecanismos para facilitar o fluxo. Os produtos não podem ser organizados no espaço de modo aleatório”, afirma. O fluxo planejado leva o cliente a circular pela loja, podendo aumentar a quantidade de itens a serem comprados.

Outros atrativos subliminares vão além dos sentidos e chegam aos sentimentos do consumidor. “O ambiente comercial, como um todo, deve fazer com que o cliente se sinta confortável para realizar a ação do consumo”, orienta. No entanto, conforme Costa, isso deve ser feito com atenção para que a tentativa de agradar não se transforme em perda do consumidor. “Se, por exemplo, o lojista deixa o café à disposição do cliente e se esse café for do período da manhã ou estiver requentado, o retorno não será positivo”, ilustra.

O layout colabora para que as pessoas se sintam acolhidas pela loja e passem a gostar do estabelecimento. Isso tende a estimular o retorno do cliente, de acordo com o consultor. Além de voltar, o consumidor pode ser agente de uma publicidade espontânea: fala da loja a amigos e familiares. Resultado: melhoria das vendas.

Jornal Conexão Sebrae – Ed. 67

 
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SESSÃO DE ESCLARECIMENTO "COMÉRCIO INVESTE"

No passado dia 23 de março de 2015, pelas 19h30, realizou-se no âmbito da Candidatura ao "Comércio Investe - Projeto Conjunto" da AEVM, uma sessão de esclarecimentos sobre este projeto, aberta a todos os comerciantes interessados em modernizar o seu espaço de venda.

 Esta sessão contou com uma técnica responsável pela elaboração da candidatura e do vereador da economia da Câmara Municipal de Amarante, André Magalhães.